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Para chegarem aos grandes palcos nacionais, e mesmo internacionais, os árbitros têm que passar por um constante processo de formação. O treino físico e técnico, bem como o conhecimento das últimas directivas e recentes decisões do International Board (órgão que regulamenta as regras do futebol), são elementos essenciais para a ascensão na carreira.
A entrada no mundo da arbitragem inicia-se com a inscrição num dos vários cursos, que são promovidos em todo o país pelas associações de futebol distritais. Concluído o curso, o árbitro passa a estagiário, denominação que mantém durante um ano, até estar em condições de subir à 2ª categoria distrital/regional.
A ascensão à 2ª categoria distrital/regional é conseguida através de uma aprovação nas provas de acesso. Por sua vez, a entrada nos quadros nacionais requer um mínimo de dois anos de permanência nesta categoria.
Uma vez alcançado o terceiro escalão nacional da arbitragem, o trabalho do árbitro começa a ser avaliado por observadores e a promoção é ou não concedida em função dos relatórios elaborados. Na 2ª categoria, para além de relatórios positivos, o árbitro necessita de realizar testes físicos e escritos, com vista a atingir o escalão principal da arbitragem.
A 1ª categoria, que é o lugar de topo na carreira, permite ao árbitro dirigir jogos com equipas profissionais (1ª e 2ª ligas nacionais de futebol). Além disso, arbitragens positivas poderão colocá-lo nos grandes palcos internacionais, onde poderá apitar nas provas da FIFA e da UEFA.
Fonte: Liga Portuguesa de Futebol Profissional (LPFP)
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